
Amanda Young
Única sobrevivente da Armadilha de Urso Reversa original. Passou a ver Kramer como uma figura paterna salvadora e tornou-se sua primeira aprendiz.
O arquiteto, os aprendizes recrutados por trauma, os investigadores da força-tarefa e os agentes do FBI que caíram em serviço.

Declaração de conduta
Recusa o rótulo de assassino em série: nunca mata diretamente, e todo teste dele tem regras, tempo e uma saída possível para quem aceita a dor. A degeneração do legado vem dos discípulos que corromperam essas regras.
Engenheiro civil bem-sucedido, casado com Jill Tuck. A perda do filho Gideon, um diagnóstico de tumor inoperável e uma tentativa de suicídio fracassada o convenceram de que só a proximidade da morte faz alguém valorizar a vida.
Quem operou a maquinaria de Kramer, herdou as fitas ou usurpou a filosofia para execuções sumárias.

Única sobrevivente da Armadilha de Urso Reversa original. Passou a ver Kramer como uma figura paterna salvadora e tornou-se sua primeira aprendiz.

Matou Seth Baxter, assassino de sua irmã, simulando uma armadilha de Jigsaw (O Pêndulo). Descoberto por Kramer, foi coagido a servir como informante e fornecedor de vítimas.

Sobreviveu amputando o próprio pé no banheiro industrial. Resgatado por John Kramer, passou a colaborar em segredo na parte médica dos testes.

Como residente, trocou por engano as radiografias de Kramer, atrasando o diagnóstico. John o colocou no primeiro jogo do celeiro, reconheceu que o erro foi involuntário e o salvou.

Filho de um civil morto por um policial corrupto acobertado pelo "Artigo 8". Assumiu a identidade de um detetive novato e virou parceiro de Zeke Banks.

Perdeu o filho Gideon ainda na gravidez depois de um ataque de Cecil Adams à clínica que dirigia. Recebeu de John a caixa testamentária com instruções para o teste de Hoffman (Saw VI).
Detetives, agentes e analistas que lideraram a caçada a Jigsaw — e pagaram caro por isso.

Encontrou a oficina de Kramer ao lado do detetive Sing, que morreu numa armadilha de espingardas. Teve a garganta cortada pela lâmina escondida de Kramer.

Sobreviveu à Caixa d'Água abrindo a própria traqueia com uma caneta. Foi o primeiro a identificar Hoffman como cúmplice infiltrado.

Plantava provas falsas — inclusive contra Amanda. Falhou no teste de paciência ao agredir Kramer. Acorrentado no banheiro, quebrou o próprio pé para fugir.

Perez sobreviveu aos estilhaços do boneco Billy (Saw IV). Com Erickson, decodificou a voz distorcida da fita de Seth Baxter no laboratório de áudio.

A investigadora mais lúcida do departamento. Foi a primeira a perceber que a armadilha de Troy não tinha saída e que alguém estava adulterando as regras de Kramer.

Isolado no departamento depois de denunciar um colega por assassinato. Seu pai, o ex-chefe Marcus Banks, criou a cultura que protegia policiais corruptos.

Sobreviveu a vários colegas na caçada a Jigsaw e não aceitava a perda de Eric Matthews. Foi colocado num teste de 90 minutos.
Civis que suportaram mutilação extrema, e quem fingiu ter suportado.

Inventou ter sobrevivido a uma armadilha e lucrou com livros e palestras motivacionais.

Aparecia nos monitores preso na Casa do Gás com pessoas que o pai havia incriminado, protegido por Amanda.

Parte do grupo de cinco testados. Descobriram tarde demais que todas as salas permitiam que os cinco sobrevivessem se cooperassem.
Peças centrais dos jogos que não saíram vivas, ou cujo destino ficou em aberto.

Fotógrafo freelancer contratado pelo detetive Tapp para vigiar o Dr. Gordon. Acordou acorrentado do outro lado do banheiro.

Enfermeiro do hospital de Gordon, envenenado por Kramer e forçado a manter a família do médico refém. O antídoto dependia de seguir as regras.

Jeff não superava a morte do filho. Lynn, médica, mantinha distância emocional dos pacientes e do marido. Os dois foram testados ao mesmo tempo no frigorífico.

Negou a cobertura do tratamento de Kramer com base numa fórmula de expectativa de vida.

Racista violento, acorda colado ao banco de um carro num ferro-velho, com outras pessoas presas ao veículo.
Comandava um esquema que vendia uma cirurgia milagrosa falsa a pacientes terminais — entre eles, John Kramer.
A filosofia de John Kramer comparada às adulterações dos aprendizes. Veja também o mural interativo de lealdade.
| Sujeito | Rigor doutrinário (saída possível) | Motivação primária | Desvio / falha | Classificação |
|---|---|---|---|---|
| John Kramer | 100% (regras claras, saída real) | Reabilitação moral forçada pela proximidade da morte. | Nenhum desvio nas próprias armadilhas; delírio messiânico. | Idealizador |
| Amanda Young | 0% (soldou portas, travou chaves) | Devoção cega a Kramer; medo de abandono; ciúme. | Convicção de que as pessoas "não mudam". Transformou testes em execuções. | Corrompida |
| Mark Hoffman | 15% (simulou regras para matar) | Autopreservação, prazer sádico e vingança. | Assassinato de testemunhas e colegas. | Carrasco sádico |
| Dr. Lawrence Gordon | 95% (seguiu o testamento à risca) | Gratidão por ter a vida e a família de volta. | Agiu só sob instrução prévia de Kramer. | Guardião leal |
| Logan Nelson | 60% (deu chance a todos, exceto Halloran) | Vingança contra quem libertou o assassino de sua mulher. | Matou Halloran mesmo após a confissão. | Vigilante oculto |
| William Schenk | 20% (margem irreal de sobrevivência) | Expurgo de uma polícia corrupta. | Armadilhas feitas para matar policiais. | Imitador avulso |